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“Un Flic”, Melville

Fevereiro 13, 2018

Un Flic” (Cai a noite sobre a cidade), 1972, Jean-Pierre Melville

«O último filme de Melville, o epílogo da sua “trilogia Delon”. Alain Delon é o inspector Coleman, ligado por fortes laços de amizade e pelo interesse comum numa mulher (Cathy/Catherine Deneuve), ao proprietário de um bar, que é também o chefe de um gangue. Este, assalta um banco para arranjar dinheiro para uma grande operação de contrabando de droga. Em 1988, Serge Daney defendeu Un Flic como um belo filme — “como todos os grandes realizadores, Melville satisfaz-se a filmar o que, ou seja, quem gosta” — e em 2002, Louis Skorecki escreveu que o último Melville era o mais belo Melville.» (daqui)

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“O Denunciante”, Melville

Fevereiro 13, 2018

O Denunciante” (Le Doulos), 1962, Jean-Pierre Melville

Diz a internet:

É o gangster film favorito de Martin Scorsese.

É o argumento favorito de Quentin Tarantino, que se inspirou nele para “Reservoir Dogs”.

«Considerado o filme da sua maturidade artística, é um dos mais significativos títulos de Jean-Pierre Melville, em que se manifestam, as características das personagens do realizador — os códigos de honra entre bandidos que se movem no meio criminal, as relações ambíguas com a polícia, que neste filme se concentram numa das personagens mais sugestivas de Melville: a do “denunciante”, interpretada por Jean-Paul Belmondo. As suas ambiguidades são as do filme, que o trailer original apresenta como “uma tragédia de mentiras, o mistério em estado puro”.» (daqui)

“Bob, le Flambeur”, Melville

Fevereiro 12, 2018

Bob, le Flambeur” (1956), Jean-Pierre Melville

«É um dos filmes de culto de Melville, e foi a entrada no território policial que a sua obra viria a desbravar. Seguindo um bandido na reforma que aceita participar num último grande golpe — o assalto à caixa do Casino de Deauville —, Melville encontra aqui uma das suas grandes paixões: o filme de “gangsters” à americana. A transposição desse universo para o cenário francês é perfeita, numa obra que Godard citou em À Bout de Souffle. As obras-primas do período final de Melville (Le Samouraï e Le Cercle Rouge) são mais abstractas, mas no seu fascínio directo pelo cinema americano Bob, le Flambeur não é menos perfeito.» (daqui)

“Alphaville”, Godard

Fevereiro 11, 2018

Alphaville” (1965), Jean-Luc Godard

Trendy

Fevereiro 11, 2018

Ainda há dias (ou ontem) Eduardo Lourenço dizia que Portugal estava na moda e nem sabia muito bem porquê. Portugal acaba de ser Campeão da Europa de futsal. Talvez seja melhor o Eduardo Lourenço começar a ler “A Bola”.

Amigos amigos justiça à parte

Fevereiro 3, 2018

O juiz Rangel disse que levava uma vida faustosa porque um amigo lhe emprestava os milhões de que precisava para tal. E, não, o amigo não se chamava Carlos Silva. Esse era amigo do Sócrates. Há gente que tem bons amigos. Ou em inglês good fellas.

Convites

Fevereiro 2, 2018

Alguém me arranja dois convites para ver o jogo BPN-Tecnoforma? É para um amigo. Do ministério público.