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Montante e jusante

Março 23, 2017

Há uns anos era muito comum o Porto vir nas notícias a propósito das cheias na Ribeira. Era isto todos os anos. Os moradores lamentavam-se, choravam os danos, os proprietários dos bares falavam nos prejuízos, os electrodomésticos e mobiliário destruído, enfim, o habitual nestas situações. Eu achava estranho aquilo porque se sabia sempre a razão da tragédia. Era provocada pelas descargas das barragens construídas ao longo do rio Douro. Quando atingiam o limite da cota tinham de abrir as goelas. Eu perguntava-me, mas então não é possível avisar as pessoas antes de abrirem as comportas? Até que finalmente!! (aleluia, aleluia!) passaram a fazer isso mesmo. Criaram um sistema de alerta que previne a subida das águas. Concluindo, o problema estava a montante e não a jusante.

Este texto é sobre os atentados terroristas, embora não parecendo.

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2 comentários leave one →
  1. maria permalink
    Março 23, 2017 22:29

    pois…

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    • Março 24, 2017 15:30

      Aponta-se para a lua, ou seja, o petróleo e olham para o dedo.

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