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Fatwas fátuas e fatelas

Fevereiro 29, 2016

murro no sinal

“Quando eu morrer batam em latas, Rompam aos saltos e aos pinotes, Façam estalar no ar chicotes, Chamem palhaços e acrobatas!”, escreveu o poeta.

A mão que escreve este post acrescenta, quando eu escrever um livro façam petições, organizem protestos, levantem bandeiras, pintem paredes, rasguem as vestes, arranquem cabelos, façam fogueiras com o livro e marchem sobre as cinzas. Mas falem do livro.

Eu não acredito que vou ter de defender o raposo, mas fazer ameaças de morte por causa de um livro, man? Um livro! Fahrenheit 451 em 2016? Pelo menos obedeçam às regras protocolares, primeiro lança-se uma fatwa só depois é que vêm as ameaças. Isto não é assim à Lagardère. Já chegámos à casa do conde Farrobo ou quê?

Versículos alentejánicos na Lusolândia? Eh pá, ide dormir à sombra de um chaparro que isso passa.

2 comentários leave one →
  1. Varela permalink
    Março 1, 2016 17:03

    Ouvir este gajo é um duro teste à tolerância… uns aguentam outros não! Compreendo-os!

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    • Março 1, 2016 17:25

      Certo, podemos discordar, criticar, gozar, usar vernáculo, etc. Mas ameaças de morte, para além de ser ridículo por causa de um livro, é crime.
      Eu sempre vi/li o raposo como um troll da imprensa. Ele alimenta-se da discussão, da polémica, da estupidez, tudo o que faz um troll na internet. A melhor forma reagir é ignorá-lo. Bem sei que é difícil, mas daí até ás ameaças de morte vai um crime pelo meio.

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