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À margem

Fevereiro 13, 2016
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© MCS

«Do rio que tudo arrasta se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem.» Brecht

4 comentários leave one →
  1. Fevereiro 15, 2016 19:01

    … principalmente, quando as margens foram conspurcadas pelo sapiens sapiens, desarborizando, assoreando os leitos. E de igual modo com o mar, que tem que se espraiar diante de/sobre mamarrachos. Depois queixam-se, muito, imenso.

    Bem sei que as águas do Brecht corriam noutro sentido, mas estas são igualmente válidas 🙂 ou inválidas, tanto faz, não é, Marco ? 😦

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    • Fevereiro 15, 2016 22:14

      Claro que sim, este post tinha essas duas leituras 😉

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  2. Fevereiro 15, 2016 22:32

    sim, a única sabedoria que tenho: nada tem uma única leitura 🙂

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    • Fevereiro 15, 2016 23:50

      Já lá dizia o Alberto e as suas ondas gravitacionais 🙂

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