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Periquita

Outubro 26, 2015

Periquita reserva 2010

«Raul chegou com uma garrafa de Periquita debaixo do braço.
“Tem lugar no Brasil em que periquita é xoxota. Por isso comprei este vinho para nós tomarmos.”
“J.M. da Fonseca. É um bom vinho português.”
“Esses galegos inventam cada nome”, disse Raul. “Você conhece aquela do português que foi ao médico e botou o pau pra fora pedindo para ser examinado?”
Abrimos o Periquita.
“Certos vinhos podem ser bebidos em grande talagadas, fora das refeições, como um refresco inebriante. Este, porém, iria melhor com umas tripas à moda do Porto.”» (p. 57)

A Grande Arte, Rubem Fonseca (Ed. Porto Editora)

2 comentários leave one →
  1. Outubro 27, 2015 16:20

    Neste momento o que mais me apeteciam eram mesmo as tripas. O vinho substituía – o, a xoxota ou periquita e o livro deixava – os para mais tarde. Um homem com o estômago bem forrado vê mais longe. O almoço foi fraquito e as tripas…oh já não há disso.

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