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Barbuda

Outubro 21, 2015

pussy cat

Um tipo pensa assim, vou ler um prémio Nobel para parecer um gajo sério. Depois cruza-se com isto:

«”Apalpou-me a barbuda toda”, disse-me Divina Flor. “Fazia sempre isso quando me encontrava sozinha pelos cantos da casa”» (p. 17)

Pronto, lá se foi a seriedade.

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4 comentários leave one →
  1. Outubro 21, 2015 23:58

    Quinzinho frequentava a segunda classe (outros tempos). A professora quando se sentava tinha por hábito cruzar a perna. Quinzinho achava que no acto do cruza e descruza via ao fundo uma coisa escura. Um dia chega a casa e diz à mãe; quando a sra. professora cruza a perna eu vejo uma coisa preta no meio das pernas. A mãe toda zangada dá – lhe um estalo e de forma brusca diz-lhe: é um gatinho! A mãe pensava ter resolvido o problema mas apenas aguçou mais a curiosidade do miúdo. Os dias foram passando e o Quinzinho sempre à coca. Um dia chega a casa e diz, mãe, agora já sei o que a sra. professora tem; a mãe já irada diz-lhe, já te disse que era um gatinho. Não, não mãe, gatinho não é; os gatos têm a boca ao contrário!

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  2. anónimo permalink
    Outubro 22, 2015 08:56

    o post tá de morte (o normal), mas o comentário do Adelino é espectacular-)))

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