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Os nossos dedos entrelaçavam-se

Outubro 20, 2015

dar a mão

«Por volta das cinco horas, fomos passear à beira-rio. Marthe ficou estupefacta quando, de um tufo de ervas, tirei o meu cesto, à vista da sentinela. A história do cesto divertiu-a bastante. Eu já não temia o grotesco. Caminhávamos sem nos darmos conta da indecência da nossa atitude, os corpos colados um ao outro. Os nossos dedos entrelaçavam-se.» (p. 74)

O Diabo no Corpo, Raymond Radiguet (Trad. Maria da Piedade Santos, Ed. Palimpsesto)

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