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Um bluff

Setembro 17, 2015

buster keaton

1. Na campanha tem-se falado muito no Syriza e o quanto foi castigado com mais austeridade por enfrentar a Alemanha (e afins).

Ora, sabendo como a Merkel ficou irritadíssima quando passos chumbou o pec IV, também nós fomos castigados com mais austeridade. O que a Merkel não sabia é que o sádico passos queria ir além da troika. Ou seja, para ele não foi castigo, foi um prémio.

2. No debate de hoje, passos disse isto, apontando o dedo a Costa: “não devemos prometer na campanha aquilo que não podemos cumprir”. Que lata!

E agora cito José Gil no comentário ao debate: “passos não mente, porque todo ele é uma mentira, um bluff“.

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4 comentários leave one →
  1. Setembro 17, 2015 17:00

    “E agora cito José Gil no comentário ao debate: “passos não mente, porque todo ele é uma mentira, um bluff“.”

    É “A não inscrição” do Portugal O Medo De Existir

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    • Setembro 17, 2015 18:17

      Medo de existir… Fenomenologia do ser… isto anda tudo ligado 🙂

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  2. Setembro 18, 2015 00:27

    A Fenemologia do Ser, foi escrita na São Caetano à Lapa
    O Sarte não era concerteza leitura aconselhada ao massamolas.

    O Portugal, Hoje
    O medo de existir, tenho – o junto a mim.
    Relógio D’Agua Editores, Novembro de 2004

    Abri o livro ao acaso e fui conduzido à parte das entrevistas. Resolvi teclar estas perguntas e respostas:
    “P.- É aquilo a que chama “não -inscrição “. Que significa?
    J.G.- Significa que os acontecimentos não influenciam a nossa vida, é como se não acontecessem. Por exemplo, quando a pessoa ama, esse sentimento não afecta a outra pessoa, objecto do amor. Quando acabamos de ver espectáculo não falamos sobre ele. Quando muito dizemos gostamos ou não gostamos, mais nada. Não tem nenhum efeito nas nossas vidas, não se inscreve nelas, não as transforma. Ainda outro exemplo: o primeiro ministro Santana Lopes, classificou a dissolução da Assembleia da República pelo Presidente como “enigmática”. Não disse que era incorrecta ou injusta, mas “enigmática”, o que é a forma mais eficaz de a transformar em não – acontecimento.”

    O outro trocou o nome do livro e parece nunca ter lido o título verdadeiro.
    Eu não coloquei o “Hoje” por distracção, posso até dizer que tenho por hábito sublinhar o que acho importante, e o dito está cheio de sublinhados.
    Uma noite feliz se os meus desejos forem a tempo.

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    • Setembro 18, 2015 15:21

      Por acaso, as últimas palavras do coelho têm sido de apelo ao medo: “Votem no Ps e a troika volta cá. Tenham medo, muito medo do Ps.” Um discurso verdadeiramente fascista. O salazar também andava sempre com o medo na boca, “cuidado, vêm aí os comunistas, mata, mata”. Cambada de fdp.

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