Foda-se, é obra!
Outubro 1, 2011
(…) o“conjunto escultórico” de Pedro Cabrita Reis custou, e vou citar David Justino, assessor do Presidente da República, perto de dois milhões de euros, somando o cachet do artista (1.250.000 euros) com o IVA respectivo, mais o «custo do arranjo do espaço ajardinado que está a ser feito pelos funcionários da Câmara Municipal de Oeiras…» (daqui)
12 comentários
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O “conjunto escultórico ” é o objecto que está na foto?! Se sim, “foda-se” até pouco!…
Abraço.
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Julgo que sim, Carlos, pelo menos é o que está indicado no site da Câmara de Oeiras:
abç
PS. o artista não tem culpa, ele estipula o preço, o pato-bravo é quem compra.
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É (mais) um escândalo! E claro que não tem culpa, Marco; como dizes, culpa tem quem compra — e pato-bravo chega a parecer uma designação extremamente elogiosa para este tipo de gente.
Abraço.
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E o mais irónico desta situação é o argumento dos defensores do Isaltino quando falam em “obra feita”. Olhando para alguns dos trabalhos do Cabrita Reis, a obra nunca está feita, está sempre a meio caminho. Eis alguns exemplos: aqui ou aqui.
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Exemplos de coisas tenebrosas, isso sim. 😉
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Por acaso, acho que os trabalhos do Cabrita Reis representam muito bem a arte contemporânea. Obras que ficam a meio, tijolos, cabos pendurados, cimento à mostra… parece-me uma crítica bem mordaz às políticas autárquicas que só pensam em cimento.
abç
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É muito à frente!
Abraço.
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o betão está a 56€/m3…noves fora…hmmm…2.000.000€
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ah falta a tinta é verdade, assim compreende-se
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Beatrix, foi de enorme dificuldade encontrar aquele branco, daí o preço 😉
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Reitero: fónix!
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… é obra!
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