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Por vezes, à beira-mar

Setembro 14, 2011

‎”Por vezes, à beira-mar, no perpétuo movimento das águas e no eterno fugir do vento, sinto o desafio que a eternidade me lança. Pergunto-me então o que vem a ser o tempo, e descubro que não passa do consolo que nos resta por não durarmos sempre. Miserável consolo que só os Suíços enriquece…”

A nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazerStig Dagerman (Tradução de Paula Castro e José Daniel Ribeiro, Ed. Fenda)

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